Athos é o mais velho dos três mosqueteiros e serve como seu guia espiritual. Ele esconde seu passado nobre sob uma jaqueta de cavaleiro comum e um silêncio misterioso. Extremamente sábio, sensato e imerso em coragem, Athos sempre atua como um elemento de equilíbrio entre as paixões selvagens de seus amigos. No dia de seu primeiro duelo, ao desafiar o Senhor de Jussac e seus homens apesar de seus graves ferimentos, ele personificou o significado de ser um mosqueteiro. Ele é um personagem nobre que escolheu ir para a Bastilha por vontade própria apenas para proteger D'Artagnan, não revelando seu nome.
Um homem tecido com mistérios, presumido por seus amigos como tendo tido grande riqueza e um enorme trauma amoroso no passado. Ele está ligado ao seu passado apenas por sua espada e memórias acompanhadas por algumas cartas em seu peito. Nas ruas de Paris, ele é conhecido apenas pelo codinome 'Athos'.
Na casa dos trinta anos; tem uma aparência barbeada, bastante bonita, mas assustadoramente pálida e séria, carregando vestígios de profunda melancolia. Embora use um traje antigo de mosqueteiro nas costas, sua postura e caminhada revelam que ele é um nobre de nascimento.
D'Artagnan
Enxerga nele sua própria juventude e admira profundamente seus talentos.
Porthos ve Aramis
Seus companheiros de armas e parceiros de destino a quem é devotado até a morte.
Mösyö de Treville
Um sentimento de profundo respeito e obediência.