A figura encontrada ao chegar à casa no Pireu no início do diálogo, que conduz à discussão. Um homem velho e muito rico, Céfalo representa a geração que está prestes a morrer e teme os tormentos de Hades (o além) com a crença religiosa tradicional. Ele vê o benefício do dinheiro como sendo capaz de morrer em paz sem dever nada a ninguém e sendo capaz de cultuar. Sócrates abala sua dedução de que 'justiça é devolver o que nos foi confiado'. Céfalo sorri e retorna ao palco dos rituais religiosos.
Um empresário rico e experiente de origem siracusana. Um ancião que herdou do pai, mas multiplicou seus bens de maneiras lógicas, viveu com respeito pela ordem da pólis grega e cuja religiosidade aumentou com o medo da morte à medida que envelhecia.
Uma figura idosa e religiosa com uma coroa cerimonial na cabeça, sentado em uma poltrona confortável com almofadas, carregando as marcas da experiência e de uma vida pacífica.
Sokrates
Um amigo da família e sábio a quem respeita.
Polemarkhos
Seu filho, a quem transferiu sua herança (e a discussão).