Apologia de Sócrates — 7 karakter
Eutífron
Um sacerdote tradicional ateniense e intérprete da religião que afirma ser especialista em piedade. Ele levou o próprio pai a tribunal, acreditando que ele cometeu um assassinato indireto ao deixar um escravo morrer. Ele tenta explicar o significado de piedade a Sócrates, mas Sócrates desmonta seus argumentos a cada tentativa.
Cebes
O outro debatedor poderoso do diálogo Fédon. Como Símias, ele veio de Tebas. Embora respeite Sócrates, ele levanta questões poderosas sobre as alegações de que a alma existirá para sempre. Seu argumento (de que a alma pode tecer e vestir muitos corpos como um tecelão, mas poderia eventualmente se esgotar) permite que o argumento alcance análises metafísicas.
Críton
Par/amigo de infância de Sócrates, do mesmo demo, rico e extremamente leal a ele. Foi um dos que pagou a fiança de Sócrates no julgamento e organizou subornos e contatos para ajudá-lo a escapar da prisão após a condenação. No entanto, ele age mais por necessidades emocionais e práticas da amizade do que por filosofia.
Meleto
O principal acusador que denunciou formalmente Sócrates nos tribunais atenienses por impiedade (não acreditar nos deuses da cidade e inventar novos) e corromper a juventude. Ele é um poeta obscuro e demonstra que seus argumentos são superficiais quando confrontado por Sócrates em um contexto filosófico.
Fédon
O jovem estudante que estava com Sócrates no momento de sua morte e que transmite esse evento doloroso, porém espiritualmente nobre, a outros, principalmente a Equécrates. Sua perspectiva externa nos fornece o relato das últimas horas de Sócrates.
Símias
Um filósofo tebano inteligente que discute profundamente com Sócrates sobre o argumento da imortalidade da alma. Ele é influenciado pelas doutrinas pitagóricas. No momento crítico do evento, ele desencadeia uma crise filosófica ao afirmar que a alma poderia ser meramente uma 'harmonia' entre os elementos do corpo e, portanto, com a destruição do corpo, a alma (a harmonia) também seria rompida.
Sócrates
Um lendário filósofo ateniense que viveu no século V a.C. e deslocou a filosofia dos céus para a terra, concentrando-se na moralidade e no comportamento humano. Ele desprezou toda a sua riqueza, status e conforto físico para convidar as pessoas a pensar corretamente e nutrir suas almas com a virtude. Ele nunca se considerou um 'mestre'; era apenas um estudante eterno em busca da verdade, no papel de um 'tabão'. Foi condenado à morte em um tribunal onde foi julgado sob acusações de não acreditar nos deuses da cidade e de corromper a juventude. Por respeito às leis, ele recusou-se a fugir.