Embora tenha sentado no trono da França, o Estado mais poderoso de seu tempo, segundo Maquiavel, ele é a personificação de alianças erradas e cegueira estratégica. Ele chegou à região com a ambição de conquistar a Lombardia e terras italianas. Embora o apelo inicial dos venezianos tenha sido uma grande oportunidade, Luís agiu com falta de visão suficiente para desconsiderar as regras no novo território que conquistou. Em vez de proteger seus amigos fracos (pequenos Estados italianos), ele os esmagou, reconheceu a soberania do Papa em Roma e abalou sua segurança na região. Além disso, seu maior e mais fatal erro foi envolver o rei da Espanha como um novo inimigo contra o inimigo que ele já havia enfraquecido. Maquiavel o trata como o principal indicador de príncipes insuficientes e fracos que não conseguem conduzir a arte da conquista e transformar as vantagens mais brilhantes em frustração.
Como rei da França, ele participou das Guerras Italianas com a intenção de obter aprovação religiosa (anulação de seu casamento) e política (garantir novas relações) do Papa, e foi enfraquecido passo a passo ao ser espremido entre o Papa e a Espanha.
Aparece como um rei altivo vagando entre exércitos e cavaleiros vistosos, porém é uma figura confusa pelos golpes recebidos e vinculada a documentos diplomáticos falhos.
Venedikliler
Aliados de uma aliança fracassada que o convidaram à Itália e foram enganados pelo leão como meros gatos.
Papa VI. Alexander
A autoridade rival que ele sacrificou por interesse pessoal, enfraquecendo a si mesmo no processo.